domingo, 30 de agosto de 2026

Livro: "Verdes campos de veludo neutro" (crônicas e poesias do dia a dia)/Vários autores (Projeto Guaporé Rock) - Por Luiz Domingues

Não é a primeira vez que o projeto Guaporé Rock lança no mercado um livro a conter um grupo enorme de colaboradores a se expressar através da poesia e da crônica. Tal associação que costuma promover shows musicais e produção de discos, também dedica a sua atenção à produção literária de uma forma muito expressiva e assim, eis que chegou ao meu conhecimento mais uma obra nesse sentido, através do livro ”Verdes Campos de Veludo Neutro” (crônicas e poesias do dia a dia).

Uma coletânea rica em ideias e imagens propostas através da poesia, traz no seu bojo, igualmente, uma série de crônicas interessantes e também ilustrações, estas inclusive, coadunadas com o espírito da obra no sentido visual, ou seja, a evocar o aspecto campestre em meio ao verde exuberante que se espalha da capa às páginas internas do livro.

Assim como nas obras anteriormente editadas pelo projeto cultural Guapo-Rock, a concepção dessa produção se mostra salutar por si só, no sentido de se colocar como uma grande oportunidade aos artistas locais, mas não apenas isso, ao abranger pessoas de todas as idades e ramos de atividades diferentes que se dispuserem a participar, ou seja, a se tratar de um portal aberto a incentivar a criação livre, a união dos membros da comunidade como um todo, e assim a gerar uma energia de pertencimento enorme.

Tal projeto envolve a cidade e suas adjacências de uma maneira muito empolgante, a usar a força da cultura com maestria, e por conseguinte, gerar uma onda de criatividade.

De artistas já consagrados a pessoas que nunca tiveram a oportunidade de se expressar, assim como em livros anteriores, neste também ocorreu a mesma predisposição editorial.

Nesse aspecto, eu pude ler muitas manifestações bastante interessantes, a conter estilos de poesia e crônica, completamente distintos entre si. De considerações muito pessoais a desabafos, odes à vida simples do interior a casos muito engraçados a evocar o folclore das lendas urbanas (e rurais, também), há uma diversidade de pensamento deveras rica nesta obra.

Há também um generoso espaço dedicado aos estudantes de duas escolas do município de Guaporé-RS, a garantir aos adolescentes o espaço democrático de manifestação e nesse caso, das considerações mais pueris aos questionamentos típicos da idade, há de tudo um pouco.

Idealizado pelo ativista cultural Ednei Genari, um incansável batalhador pela cultura na cidade de Guaporé, e por extensão, em todo o estado do Rio Grande do Sul, esta obra apresenta uma significativa lista de colaboradores. Entre os quais, alguns já bem conhecidos da literatura gaúcha, tais como: Adão Wons, Cezar de Pizzol, Daysi Fortes, Fabiano Bellotti, Helena Vicari, Marcio Klaus e outros.

Além disso, nomes de peso da música, literatura, teatro e cinema, enriqueceram a obra com suas respectivas participações, como por exemplo o texto de contracapa, assinado por Carlos Gerbase, também um dos grandes mentores do projeto Guapo-Rock. As orelhas tiveram observações do músico, ator e humorista Hique Gomez e de um dos maiores baluartes do Rock gaúcho e brasileiro, o genial: Egisto Dal Santo. Prefácio a cargo do músico e compositor Naddo Pontes.

A arte da capa (assinada por Fabiano Bellotti), trabalhou com uma combinação de diferentes tons de verde a retratar folhas sob alto relevo. Tal arte reflete o aspecto bucólico da vida interiorana e transmite, por conseguinte a calma que apazigua a alma. Fiquei com esse sentimento ao me deparar com tal arte, e também em relação à diagramação e ilustrações internas, a incluir os caracteres, tudo tratado em meio aos tons suaves da cor verde, ou seja, a conferir uma agradável sensação no exercício da leitura.

A diagramação foi executada por Alex Somera e a revisão ortográfica foi por conta de Cássia Áscoli Bagattini.

A produção geral foi mais uma vez da parte de Ednei Genari, que inclusive, eu já tive a oportunidade de abordar com maior detalhamento, quando escrevi uma matéria sobre o projeto Guapo-Rock tempos atrás, através do meu Blog 2. Acesse o endereço abaixo para conhecer melhor esse grande trabalho:

https://blogdoluizdomingues2.blogspot.com/2022/02/projeto-cultural-guaporockednei-genari.html

Para encerrar, digo que o Projeto Cultural Guapo-Rock está de parabéns pela iniciativa dessa produção e a população da cidade de Guaporé, igualmente, por abraçar essa ação tão salutar.

Além de tudo, expresso uma menção muito honrosa aos comerciantes e empresários locais, que apoiaram com entusiasmo essa produção e cuja lista bem grande de apoiadores está devidamente exposta nas páginas finais da obra. Cultura e participação de todos, são as chaves para se construir uma sociedade melhor. Guaporé se coloca na vanguarda ao incentivar e participar ativamente dessa premissa. 

Para entrar em contato direto com o projeto, acesse:

pcguaporock@gmail.com

Página no Facebook:

Facebook.com/GuaporeRock

Contato direto com Edney Genari:

(54) 9-9961-9918

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

CD "Sempre Jovens para o Rock'n' Roll" - Boca do Céu - Lançamento nas plataformas virtuais - Agosto 2026

https://tratore.ffm.to/345yam8

Já está disponível nas plataformas digitais (incluso o YouTube), o álbum: “Sempre jovens para o Rock’n Roll”, do Boca do Céu.

Para quem não sabe, o grupo de Rock “Boca do Céu” foi fundado em 1976, porém, por não ter tido grandes oportunidades na ocasião, encerrou atividades em 1979.

Em 2020, uma reunião de confraternização foi realizada com os cinco membros originais e daí surgiu a ideia de se resgatar o máximo de músicas compostas nos anos 1970, e possivelmente gravá-las.

Tal ideia foi colocada em prática, e mesmo que bem espaçadamente por conta da pandemia e também pelas agendas conflitantes entre os seus partícipes, eis que o grupo conseguiu relembrar e restaurar quatorze músicas de outrora e esse é o repertório do disco que está a ser lançado.

Dos cinco membros originais, quatro mergulharam nessa tarefa quase arqueológica: os guitarristas Osvaldo Vicino e Wilton Rentero, o baixista Luiz Domingues e o vocalista, Laert Sarrumor.  Para a bateria, no posto do antigo baterista (Fran Sérpico), recrutou-se a persona de Carlinhos Machado, contemporâneo dos anos setenta, portanto talhado para a tarefa de gravar esse trabalho nos moldes com os quais a banda o idealizou naquela década.

E destaca-se a presença de muitos convidados sensacionais a abrilhantar todas as canções: Rodrigo Hid (teclados), Cacá Lima (arranjos vocais e backing vocals), Renata “Tata” Martinelli (backing vocals), André Knobl (sax alto e tenor), Beto Pizzulin (trompete), Arnaldo Geretch (flauta transversal), Marcos Martins (percussão), Ariane Salari (backing vocals e vocalise), Sergio Gama (guitarra), Kim Kehl (guitarra), Marcos Ottaviano (guitarra), Milton Medusa (guitarra), Rubens Nardo (arranjo vocal e backing vocals), Jair Xavier (arranjo vocal e backing vocals), Caroline Cantagallo (violino) e Dom Diego Gamboneón (locução). 

Gravado, mixado e masterizado no estúdio Prismathias de São Paulo, entre 2023 e 2026, sob a engenharia de áudio de Danilo Gomes Santos, que coproduziu o trabalho junto à banda.

Apoio nas filmagens, fotos e criação da capa para plataformas a cargo de Moacir Barbosa de Lima (“Moah”), da produtora cultural Bicho Raro.

Faça a sua audição do trabalho que resgata o passado, a celebrar o presente, pois sim, o Rock rejuvenesce e por isso, nos sentimos, “Sempre jovens para o Rock’n’ Roll”.

Boca do Céu:

Osvaldo Vicino:

Guitarra, violões de 12 cordas e violão folk

Luiz Domingues: Baixo e voz

Laert Sarrumor: Voz

Wilton Rentero: Guitarra, ukulelê, charango, alaúde e banjo

Carlinhos Machado: Bateria, percussão e voz


Por favor, compartilhe!

Aproveite e se inscreva-se no canal da banda, igualmente!

https://www.youtube.com/@bandabocadoceu

domingo, 2 de agosto de 2026

Os Kurandeiros no Beco do Batman/Galeria Alma da Rua - Quinta-feira, 6/8/2026 - 17 h - Vila Madalena - São Paulo/SP

Os Kurandeiros no Beco do Batman!

Festa do kit na Galeria Alma da Rua

Participação dos DJ’s Thiago Rude e Etenilzon Niliz Silva e exposição coletiva de diversos artistas plásticos

Quinta-feira - 6 de agosto, a partir das 17 horas

Entrada gratuita

Rua Medeiros de Albuquerque, 188 – Beco do Batman – Vila Madalena – São Paulo

Próximo das estações do metrô: Fradique Coutinho (linha amarela) e Vila Madalena (linha verde)

Apoiadores:

Nou Colors/Chopp do Beco/Los Amigos Molduras/ Gold line Tattoo & Piercing


Os Kurandeiros:

Kim Kehl - Carlinhos Machado - Nelson Ferraresso - Phill Rendeiro - Luiz Domingues

Convidado especial: Luiz "Butter" Pimenta