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terça-feira, 30 de junho de 2026

Livro: "Sala de Aulas" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI) - Matilda Cultural - maio de 2026

É com muita satisfação que eu anuncio o lançamento de mais um livro de minha autoria, o 11º da minha bibliografia e 6º volume específico sobre a minha autobiografia musical.

 A sexta etapa da construção da minha autobiografia na música, é versada por uma abordagem ligeiramente diferente, no sentido de que não discorre sobre a história que venho a contar mediante atuação em alguma banda de carreira pela qual atuei e tampouco a se tratar de trabalhos sazonais cumpridos por convites recebidos da parte de outros artistas.

Neste caso, o assunto se trata da minha atividade mantida em paralelo às ações com os compromissos musicais a bordo de minhas bandas autorais, na qualidade de professor de música, atividade essa que mantive em paralelo à carreira, entre julho de 1987 e abril de 1999.

Dessa forma, em meio a um corpo discente formado por jovens em sua maioria e com a característica de admirar muitas das bandas pelas quais eu atuei anteriormente e atuava nessa ocasião, foi uma etapa que também gerou emoção, a despertar amizades.

Além do aspecto pedagógico e os laços afetivos estabelecidos, há de se salientar que essa atividade movimentou uma enorme quantidade de apoiadores de minhas bandas no aspecto extra-curricular, ou seja, uma bolha cultural efervescente foi gerada de forma significativa no ambiente da minha sala de aulas, o que motivou euforia mútua e ótimas lembranças.   

Tais alunos testemunharam o final das atividades d’A Chave do Sol (volume V/tomos A e B), a dramática formação do The Key (volume VII), muitas das histórias sobre trabalhos avulsos contidas no volume III desta autobiografia, )livro “Trabalhos avulsos), toda a trajetória do Pitbulls on Crack (volume VIII), o nascimento do Sidharta (volume IX), o início da gloriosa formação Chronophágica da Patrulha do Espaço (volume X), e sempre a demonstrar apoio entusiasmado para me apoiar.

                                           Click de Michel Camporeze Téer

E o melhor de tudo, a constatação de que muitos desses alunos cresceram demais como músicos e se firmaram como grandes artistas no panorama do Rock e da música em geral, a fornecer uma alta dose de orgulho para este, então, simulacro de professor que vos escreve e que não teve muito o que lhes ensinar, todavia, certamente que aprendi muito mais com esses outrora jovens com os quais convivi, e forjei amizade para o resto da vida.   

Ficha técnica:

Livro “Sala de aulas” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume VI)

Revisão gramatical & ortográfica, carta catalográfica, arte e layout de capa e material de divulgação: Alynne Cavalcante

Editor: Cristiano Rocha Affonso da Costa

Foto do autor: Michel Camporeze Téer

Uma produção da Matilda Cultural

Apoio: Clube de Autores

Disponível diretamente pelo site do Clube de Autores:

https://clubedeautores.com.br/livro/sala-de-aulas


sábado, 4 de outubro de 2025

Livro: "A Chave do Sol" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume V/Tomo A) - Matilda Cultural - 2025

Amigos, é com muita satisfação que eu anuncio o lançamento de mais um livro de minha autoria.

A dar continuidade no meu relato autobiográfico dentro da área musical, narro neste livro,

 "A Chave do Sol" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume V/Tomo A), a minha história com A Chave do Sol, banda de Rock que ajudei a fundar ao lado do guitarrista Rubens Gióia e do baterista José Luiz Dinola, nos idos de 1982.

A se considerar que esta autobiografia no seu âmbito geral segue a ordem cronológica do início dos acontecimentos, pode-se dizer que este é o primeiro pico de sucesso da minha carreira, pois no volume II, a tratar das duas passagens que tive pelo Língua de Trapo, especificamente sobre a segunda passagem que realizei por aquela banda, essa participação também gerou muita repercussão e sucesso midiático, porém, o ponto de partida d’A Chave do Sol não coincide com esse segundo momento de êxito com o Língua de Trapo, portanto, A Chave do Sol tem essa primazia na minha trajetória pessoal.

Dada a constatação do grande volume de texto arregimentado neste volume V, a opção foi pela divisão em dois tomos e nesse caso, neste tomo da parte A, é narrado o preâmbulo da fundação da banda em 1982, e os seus primeiros esforços para sair da inércia para uma condição modesta, porém animadora e logo a seguir, a galgar degraus de forma surpreendente.

A passagem meteórica do grande Percy Weiss pela formação, é descrita, assim como a entrada da promissora joia rara que foi Verônica Luhr, uma cantora incrível que ficou alguns meses na formação até meados de 1983. 

A sedimentação da imagem da banda como um power-trio através de várias participações gloriosas na TV, a impulsionou de uma forma extraordinária a culminar no lançamento do primeiro disco.

Um novo vocalista veio a seguir, Chico Dias, mas esse cantor não se firmou conosco, e assim, quando entrou o valoroso vocalista Fran Alves na formação, veio o segundo disco.

A banda era versada pelas tradições sessenta-setentistas em termos de estética Rocker na sua essência e nos anos oitenta tais termos eram proibitivos. Com a tentativa de adequação às estéticas em voga, a banda ficou no limbo e nesse momento teve que se reformular novamente a promover uma radical mudança de rota e formação, ao incorporar um novo vocalista, o decidido, Beto Cruz.

Esta parte A vai até aí, ao final de 1985, a descrever esse momento.

No próximo tomo, a parte B descreve o período de janeiro de 1986 ao final das atividades da banda, em dezembro de 1987.

Ficha técnica:

Livro A Chave do Sol (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume V /Tomo A)

Revisão gramatical & ortográfica, carta catalográfica, arte e layout de capa e material de divulgação: Alynne Cavalcante

Editor: Cristiano Rocha Affonso da Costa

Foto do autor e apoio de divulgação: Michel Camporeze Téer

Uma produção da Matilda Cultural

Apoio: Clube de Autores  

O livro "A Chave do Sol" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume V/Tomo B), já está disponível para a aquisição através dos sites do Clube de Autores e Amazon.

https://clubedeautores.com.br/livro/a-chave-do-sol

quinta-feira, 31 de julho de 2025

Livro: "Terra no Asfalto" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume IV) - Matilda Cultural/Clube de Autores

Amigos: é com muito prazer que lhes anuncio o lançamento do meu novo livro: Terra no Asfalto” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume IV).

O quarto volume da minha autobiografia musical narra a história que eu construí com uma banda que jamais teve a intenção de se colocar no mercado da música profissional, com pretensão de gravar e se firmar na cena artística, porém, foi criada deliberadamente para atuar no ambiente da noite paulistana como um grupo de mero entretenimento, a executar clássicos do Rock e da MPB. Dessa forma, essa é uma etapa da minha carreira que poderia, em tese, ter sido descrita no volume III, anterior no meu relato autobiográfico, ou seja, através do livro “Trabalhos Avulsos”.

Todavia, o “Terra no Asfalto” foi uma banda que teve longevidade a gerar muitas histórias interessantíssimas, daí eu ter feito questão de lhe designar um tomo próprio, apesar de não ter sido uma banda autoral na construção da minha carreira.

Outra questão importante, é que essa banda teve papel preponderante na minha formação musical, ao ponto de ter garantido a minha qualificação técnica e “cancha” para enfrentar a seguir o primeiro grande pico de sucesso que obtive quando da formação d’A Chave do Sol, banda essa que marcou presença na história do Rock Brasileiro.

Única foto do "Terra no Asfalto" a atuar ao vivo. Março de 1981 no bar 790 de São Paulo. Na bateria: Cido Trindade. Na frente, a cantar, Paulo Eugênio Lima. Perfilados atrás, eu (Luiz Domingues, a usar chapéu de palha), Wilson Canalonga Junior e Aru Junior. Acervo e cortesia: Cido Trindade. Click: desconhecido 

E por fim, este livro representa uma oportunidade excepcional de exaltar o talento dos músicos incríveis com os quais atuei e que em sua maioria ficaram obscurecidos nas suas respectivas trajetórias, e dessa forma, fica garantido o registro de suas brilhantes contribuições com a arte para a posteridade.

Para lançar este volume, eu tive o apoio novamente da Matilda Produções, com a edição de Cristiano Rocha Affonso da Costa. Alynne Cavalcante, minha revisora e diagramadora de meus livros anteriores, também foi a criadora e responsável pelo layout da arte de capa e por todo o aparato de divulgação dessa obra.

A foto do autor foi clicada pelo fotógrafo e film-maker Moacir Barbosa de Lima, o popular “Moah”, da produtora Bicho Raro, um ativista cultural do mais valorosos que eu já conheci.

Serviço:

Livro “Terra no Asfalto” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume IV)

Editor: Cristiano Rocha Affonso da Costa

Revisão gramatical e ortográfica, carta catalográfica, arte e layout da capa e material de divulgação: Alynne Cavalcante

Foto do autor: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Escrito por Luiz Domingues

Uma produção da Matilda Cultural

Apoio nas vendas on line: Clube de Autores

Disponível para a venda on line através dos sites do Clube de Autores e Amazon:

https://clubedeautores.com.br/livro/terra-no-asfalto

quinta-feira, 19 de junho de 2025

Livro: "Trabalhos Avulsos" (a autobiografia de Luiz Domingues - volume III) - Matilda Produções

É com imenso prazer que anuncio o lançamento do terceiro volume da minha autobiografia na música, o livro denominado: "Trabalhos avulsos" (a autobiografia de Luiz Domingues - Volume III).
Trato neste tomo de todos os trabalhos que efetuei fora das atividades regulares promovidas pelas bandas autorais das quais fui componente, ou seja, a abordar participações em gravações de demos e discos de outros artistas como convidado, atuação através de shows ao vivo a acompanhar outros artistas, colaboração na produção de trabalhos alheios e também relaciono uma série de tentativas de formação de bandas que não lograram êxito, portanto, não justificaria que estivessem alojadas em histórias específicas.

O meu primeiro trabalho efetuado fora de uma banda autoral ocorreu ao final de 1979 e eu encerro a narrativa deste livro em abril de 2016, exatamente para delinear os primeiros quarenta anos da minha carreira, isto é, outros "trabalhos avulsos" advieram depois dessa data limite e tais histórias posteriores estarão alojadas devidamente em um outro livro que será publicado a posteriori.

No mais, saliento ao leitor do livro "Trabalhos Avulsos" que para quem acompanha a minha carreira musical, haverá de se surpreender com diversas passagens que eu narro neste volume, no sentido de que toquei com músicos que talvez eles não imaginariam. Além disso, há uma série de histórias com teor engraçado pelas circunstâncias que vivi e claro, falo a respeito de muita gente talentosa com a qual interagi artisticamente e naturalmente que eu reverencio o talento dessas pessoas, algumas razoavelmente famosas e outras, não. 

Tive o apoio novamente da Matilda Produções, com a edição de Cristiano Affonso Rocha da Costa. Alynne Cavalcante, minha revisora e diagramadora dos livros anteriores, desta vez também criou e executou a arte-final da capa e do material de divulgação.

A foto do autor é do mestre Lincoln Baraccat, fruto da sessão que fizemos para alimentar os meus dois livros anteriores e que fluiu ao ponto de fornecer material para este volume III, mas infelizmente ele nos deixou dias antes do lançamento e não viu o exemplar pronto. Deixo o meu eterno agradecimento pelo seu apoio nos três volumes da minha autobiografia, além dos livros anteriores.  

Serviço:

Livro "Trabalhos avulsos" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume III)
Editor: Cristiano Rocha Affonso da Costa
Revisão gramatical, diagramação, carta catalográfica, arte e lay-out de capa e material de apoio: Alynne Cavalcante
Foto do autor: Lincoln Baraccat (in memoriam)
Escrito por Luiz Domingues
Uma produção da Matilda Cultural/Clube de autores
Disponível para a aquisição nos sites do Clube de autores e Amazon
Lançamento: maio de 2025

Acesse o link do Clube de Autores para adquirir!

https://clubedeautores.com.br/livro/trabalhos-avulsos


quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Livro: Língua de Trapo (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume II) - Matilda Produções/Clube de Autores - Lançado em outubro de 2024

É com imenso prazer que eu anuncio o lançamento do segundo volume da minha autobiografia na música, a se tratar da minha história pessoal com o Língua de Trapo.

Antes de mais nada, esclareço que este livro não é a biografia oficial do Língua de Trapo, mas sim a narrar uma segunda parte da minha autobiografia pessoal, portanto, é o volume II das minhas memórias e trata da minha experiência em particular, com a minha visão pessoal e tão somente, sobre a fase pela qual eu fui componente do grupo, aliás, duas fases.  

Com essa banda eu tive duas passagens, ou seja, fui membro desde os movimentos iniciais que precipitaram a sua fundação, a participar desde junho de 1979, tendo permanecido até janeiro de 1981. E depois, tive uma nova passagem entre outubro de 1983 e julho de 1984.

Logo que as atividades da minha primeira banda, o Boca do Céu, se encerraram em abril de 1979, o vocalista Laert Sarrumor, que também era componente dessa banda, convidou-me a participar de um grupo que estava a ser montado na faculdade de jornalismo Cásper Líbero, instituição na qual ingressara naquele mesmo semestre. O objetivo foi inicialmente apenas fazer um espetáculo de música e poesia para os alunos da faculdade, porém convites surgiram e tal grupo foi a ser requisitado doravante e a crescer no circuito universitário em meio a diversas apresentações e participações em festivais de MPB, quando culminou na fundação oficial do Língua de Trapo, já em 1980.

Trato sobre tais primórdios nos primeiros capítulos e a seguir a cronologia, falo a respeito de uma metamorfose que não acompanhei in loco, mas absorvi a posteriori, quando voltei e encontrei o grupo inteiramente profissionalizado, a viver um momento de grande expansão em todos os sentidos.

E explano também sobre o fato concreto de que essa, em meio a tantas bandas que tive e ainda tenho na minha carreira longeva, foi a única não exatamente caracterizada como uma banda de Rock, propriamente dita, porém, dentro do seu ecletismo que lhe serve para exercer tão bem a sua verve dentro da sátira e do humor, sua verdadeira vocação artística, o Rock também é uma das ferramentas que usa com maestria para para tirar "sarro e humor" da sociedade.

São muitas as histórias relatadas sobre a banda em seus bastidores, as minhas impressões em meio a dois momentos muito diferentes de sua história, análise de época e um profundo agradecimento aos talentosos colegas com os quais convivi e atuei, com muita satisfação e orgulho.

Língua de Trapo (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume II)
 
Autor: Luiz Domingues
Editor: Cristiano Rocha Affonso da Costa
Revisão gramatical, diagramação e carta catalográfica: Alynne Cavalcante
Arte e lay-out final da capa/contracapa e material promocional: Victoria Costa
Foto do autor: Lincoln Baraccat
Capa do Compacto "Sem Indiretas" de 1984: Louis Chilson
Almofada com foto da capa do compacto "Sem Indiretas"de 1984: Amanda Fuccia
Fotos e material impresso que ilustram a capa contracapa: acervo particular de Luiz Domingues (créditos dos fotógrafos nos agradecimentos do livro)
Uma obra proporcionada pela Matilda Produções
Apoio gráfico: Clube de Autores
Outubro de 2024

Vendas pelos sites do Clube de Autores e Amazon:
https://clubedeautores.com.br/livro/boca-do-ceu

sábado, 7 de setembro de 2024

Livro: "Boca do Céu" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume I)

Foi na plataforma da antiga rede social Orkut que eu dei início ao primeiro esboço do que viria a ser a construção da minha autobiografia na música, ação que começou em meados de 2011.

Em 2012, eu comecei a enfim organizar melhor esse texto na plataforma de meu Blog número dois e nesses termos, ordenado desta feita em torno de mini capítulos numerados e separados por cada banda pela qual eu atuei e atuava naquele momento. A aproveitar o ensejo, naturalmente recheei o texto com ilustrações a conter fotos, vídeos, material de portfólio e muitos documentos existentes no meu acervo pessoal de carreira. 

Em 2015, eu dei um outro passo importante no sentido da organização prévia desse texto, ao criar o meu Blog número três e este concebido para ser inteiramente dedicado à minha carreira musical, portanto, ali eu concentrei todo o meu acervo e também o texto da autobiografia, porém reformatado como capítulos mais robustos, já a pensar no formato de um livro impresso.

Entre 2016 e 2018, dois abnegados amigos militantes do mundo editorial, Cesar Benatti e Sérgio Rocha, iniciaram um processo de diagramação da minha autobiografia, e alertaram-me que eu havia escrito uma quantidade altíssima de texto, a somar mais de um bilhão e trezentas mil palavras e dessa forma, esse livro haveria de contabilizar quase três mil páginas, ao torná-lo impossível de ser publicado em um único tomo.

Não deu certo o esforço de ambos na ocasião e claro que os agradeço muito pelo empenho que tiveram, mas eu tive que repensar não somente sobre como lançar a autobiografia, mas também sobre os meus planos de inserção no mundo literário. 

Posteriormente já em contato com um grande amigo, Cristiano Rocha Affonso da Costa (escritor, músico e dono de uma produtora cultural chamada "Matilda"), fui por ele aconselhado a fazer uso dos serviços do "Clube de Autores" para publicar com maior facilidade e em 2019, mudei a minha estratégia e decidi lançar outros trabalhos antes de lançar a autobiografia, exatamente para me apresentar como um escritor propriamente dito e não apenas como um músico que escreveu as suas memórias. Dessa maneira, em 2020, com pandemia e tudo mais, lancei a trilogia: "Luz; Câmera & Rock'n' Roll", três volumes recheados com 131 resenhas de filmes relacionados ao universo do Rock.

Em 2023, avancei mais um pouco e lancei um livro de contos chamado: "Humanos Pitorescos", como mais um pilar dessa minha autoafirmação como escritor.

E finalmente em 2024, lancei o primeiro volume da minha autobiografia na música, a abordar a história mais remota da minha carreira, a bordo da primeira banda de Rock na qual fui componente: Boca do Céu. A obra completa está prevista para conter 14 volumes, um para cada banda pela qual atuei ou ainda atuo, além de um volume dedicado aos muitos trabalhos avulsos que realizei fora do ambiente de minhas bandas autorais e um volume a narrar a minha experiência como professor de música, atividade que mantive em paralelo por 12 anos, entre 1987 e 1999.
 
A se considerar que a organização dessa obra teve nos meus blogs números 2 e 3, um de seus pilares (e ainda tem, pois o uso regularmente para atualizar a minha trajetória em capítulos que vão compor mais livros no futuro), é com muito prazer que lhes apresento o primeiro volume impresso da minha autobiografia na música, a se tratar da minha história com o "Boca do Céu", a primeira banda da qual fui componente, que durou entre 1976 e 1979.

Falo sobre a sua fundação, o ambiente cultural que nos envolvia, as dificuldades inerentes à nossa falta de melhores recursos, técnica musical, conhecimento sobre os meandros da música profissional e claro, a ingenuidade com a qual enxergávamos o mundo. Mas também é uma história a narrar a força de vontade, o sonho lúdico que instigou e a tenacidade que nos moveu nesse período. E no meu caso em particular, foi o impulso primordial que me tirou de uma aspiração meramente imaginária para a realidade da música e do Rock.

O Boca do Céu se reuniu em 2020 com o objetivo de gravar o disco que sonhamos produzir em 1976 e não conseguimos. O grupo lançou um single em 2023 (a canção "1969"), e está em trabalho de estúdio, preparando mais músicas, mas essa continuidade de história não consta neste livro, que cobre apenas a minha história com a banda nos anos setenta. Essa sobrevida estará em um livro posterior, que se encontra em estado de elaboração.

Este volume I da minha autobiografia, está à venda através do site do Clube de Autores e também pela Amazon. Em setembro de 2024, promoverei uma tarde/noite de autógrafos com direito a show e em breve, anunciarei oficialmente tal evento, mediante o serviço inerente.

O Volume II desta autobiografia já está em fase de editoração e posso lhes antecipar a informação de que será a vez de eu contar a minha história com o Língua de Trapo.

Boca do Céu (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume I)
Autor: Luiz Domingues
Editor: Cristiano Rocha Affonso da Costa
Revisão gramatical, diagramação e carta catalográfica: Alynne Cavalcante
Arte e lay-out final da capa/contracapa e material promocional: Victoria Costa
Foto do autor: Lincoln Baraccat
Almofada com foto do Boca do Céu em 1977: Amanda Fuccia
Fotos e material impresso que ilustram a capa: acervo particular de Luiz Domingues
Foto do Boca do Céu em 1977: Adelaide Giantomaso
Uma obra proporcionada pela Matilda Produções
Apoio gráfico: Clube de Autores
Julho de 2024

Vendas pelos sites do Clube de Autores e Amazon:
https://clubedeautores.com.br/livro/boca-do-ceu

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Documentário sobre a gravação da música "1969" do Boca do Céu

Documentário sobre a gravação da música "1969" do grupo de Rock, Boca do Céu

Formada em 1976, na cidade de São Paulo, a banda teve as suas atividades encerradas no ano de 1979, sem gravar nenhum álbum na ocasião, ou qualquer outro registro sonoro que deixasse um legado para a posteridade. Quatro dos seus cinco componentes originais se reuniram em 2020 e resolveram resgatar o máximo de músicas compostas nos anos setenta e desse esforço, se resolveu lançar em 2023, uma música como single inicial para dar impulso ao projeto de se gravar um disco completo. 

Reunidos no estúdio Prismathias de São Paulo, a música "1969" foi gravada entre maio e julho de 2023 e o documentário finalizado em novembro de 2023. 

São vistos ao longo do documentário os depoimentos dos músicos da banda: Luiz Domingues, Osvaldo Vicino, Wilton Rentero e Laert Sarrumor. Dos músicos convidados: Carlinhos Machado, Rodrigo Hid, Renata "Tata" Martinelli, Cacá Lima, André Knobl e Beto Pizzulin. 

E do pessoal da produção, Danilo Gomes Santos (técnico responsável pela gravação, mixagem e masterização do áudio oficial da música, no estúdio Prismathias de São Paulo), Lincoln Baraccat (criador do clipe oficial de internet) e Moacir Barbosa de Lima "Moah", criador e realizador do documentário. 

Em sua parte final o documentário contém um clipe adicional da música na íntegra,, uma bela ilustração, com requintes psicodélicos que se soma ao esforço de divulgação da canção e do próprio documentário. Concebido, editado e dirigido por Moacir Barbosa de Lima ("Moah"), em nome da produtora "Bicho Raro". 

Eis o link para ver no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=7rSR2zWccVI

Boca do Céu: 

Osvaldo Vicino: Guitarra 

Luiz Domingues: Baixo 

Laert Sarrumor: Voz 

Wilton Rentero: Guitarra 

Músicos convidados: 

Carlinhos Machado: Bateria 

Rodrigo Hid: Teclados 

Cacá Lima: Backing vocals 

Renata "Tata" Martinelli: 

Backing vocals André Knobl: Saxofone – alto e tenor 

Beto Pizzulin: Trompete Música: "1969" (composta em 1977 e somente gravada em 2023) 

Autor: Laert Sarrumor Gravada entre maio e julho de 2023 no estúdio Prismathias de São Paulo 

Técnico de áudio (gravação, mixagem e masterização): Danilo Gomes Santos Clip da internet: Lincoln Baraccat - "The Uncle" Documentário de bastidores e clipe adicional (edição e efeitos): Moacir Barbosa de Lima ("Moah") - Produtora Bicho Raro 

Fotos e filmagens: Adelaide Giantomaso (Boca do Céu em 1977), Marcos Kishi (Boca do Céu na reunião de 2020), Moacir Barbosa de Lima ("Moah"), Marcia Oliveira, Wilton Rentero, Osvaldo Vicino, Carlinhos Machado e Luiz Domingues 

Filmagem do Boca do Céu em 1977 em Super-8: Nelson Gravalos Filmagem do reencontro de 2020: Fran Sérpico 

Produção geral: Boca do Céu e Danilo Gomes Santos Fotos e filmagens adicionais: fonte da internet 

Assista também o Clip oficial de Internet - por Lincoln Baraccat https://www.youtube.com/watch?v=dh4gm...

Visite e inscreva-se no canal do Boca do Céu no YouTube:

https://www.youtube.com/@bandabocadoceu

terça-feira, 10 de outubro de 2023

Boca do Céu lança o clip da música "1969" em 19 de outubro de 2023

Boa do Céu 

Clip da música "1969"

Lançamento no YouTube em 19 de outubro de 2023

Leia o release sobre a canção:

https://heyzine.com/flip-book/5c649200c8.html

Produção do clip: Lincoln Baraccat

O clip da música "1969" do Boca do Céu. Edição e produção de Lincoln Baraccat

Eis o link para assistir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=_h5f3rSuejQ

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Boca do Céu lança o single "1969" em 19 de setembro de 2023

Amigos, tenho uma grande novidade para lhes passar! A minha primeira banda, o "Boca do Céu", fundada em 1976, e que atuou até 1979, não conseguiu gravar o seu material nessa época, mas finalmente agora, em 2023, gravou um single para registrar uma das canções que compuseram o nosso repertório na época. 

Composição do nosso vocalista, Laert Sarrumor, sim ele mesmo, do Língua de Trapo, se chama: "1969" e o pré-save está aberto para o lançamento no dia 19 de setembro, ao meio dia. 

Faça a sua reserva através do link acima, da onerpm! A história mais detalhada e o serviço estão abaixo! 

Artista: Boca do Céu
Música: "1969"
O Boca do Céu é uma banda de Rock que foi fundada na cidade de São Paulo em abril de 1976, formada por Osvaldo Vicino, Luiz Domingues, Fran Sérpico, Laert Sarrumor e Wilton Rentero, na época, jovens adolescentes, com idades entre 14 e 18 anos. 

Sua primeira aparição pública ocorreu em fevereiro de 1977, e daí em diante, o grupo se apresentou em festivais e shows no circuito estudantil, sem alçar voos maiores na ocasião. Encerrou as atividades em abril de 1979, sem deixar nenhum registro sonoro.
Em 2020, os cinco membros da formação original se reuniram para uma celebração informal e surgiu a ideia de se resgatar o máximo de músicas compostas pelo grupo, principalmente entre 1976 e 1977.
Desse esforço, a se descontar o tempo parado pela pandemia de 2020, quatorze músicas foram relembradas e no início de 2023, decidiram entrar em estúdio para gravar um single. A música escolhida foi um blues chamado "1969", de autoria do vocalista Laert Sarrumor, como prévia de um futuro álbum que irá finalmente registrar o esforço de resgate do material que o grupo criou nos anos setenta.
Desfalcado apenas do baterista da formação original, Fran Sérpico - que deixou de tocar ainda nos anos setenta para se dedicar a outra atividade profissional - o quarteto entrou no estúdio Prismathias, em São Paulo, com o objetivo de registrar essa primeira música, finalmente, de forma oficial, e chamaram alguns músicos de apoio, especialmente convidados para essa finalidade. 

“1969” é uma balada blues com um quê de Soul Music, bem ao estilo sessentista. Em sua letra, Laert Sarrumor tratou de discorrer sobre diversos ícones contraculturais que o haviam impactado em sua adolescência e, sob uma dupla perspectiva de tempo passado, retrata muito bem a euforia que o grupo sentia em 1977, ao sonhar fazer parte desse mesmo mundo. Curiosamente, a música nunca havia sido tocada pela banda, sobrevivendo por décadas apenas como uma lembrança viva na memória do compositor. 

O hiato de tantos anos decorridos incrivelmente não fez o sonho acabar, e eis que em 2023 o Boca do Céu consegue realizá-lo.

Lançamento oficial no dia 19 de setembro de 2023, ao meio dia pela plataforma da Onerpm, com simultânea entrada em outras plataformas similares.

Acesse por este link para garantir a pré-save:
Boca do Céu
Música: "1969" (composta em 1977 e somente gravada em 2023)
Autor: Laert Sarrumor
Gravada entre maio e julho de 2023
Estúdio Prismathias, São Paulo
Técnico de áudio (gravação, mixagem e masterização): Danilo Gomes Santos
Logotipo e cartaz para plataformas: Moacir Barbosa de Lima (Moah)
Produção: Boca do Céu & Danilo Gomes Santos 

Boca do Céu:
Osvaldo Vicino: guitarra
Luiz Domingues: baixo
Laert Sarrumor: voz
Wilton Rentero: guitarra

Músicos convidados:
Carlinhos Machado: bateria
Rodrigo Hid: teclados
Cacá Lima: backing vocals
Renata "Tata" Martinelli: backing vocals
André Knobl: saxofone alto e tenor
Beto Pizzulin: trompete

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Os Kurandeiros lançam o CD Cidade Fantasma - 2021

Amigos: é com muito prazer que eu anuncio o lançamento do novo álbum d'Os Kurandeiros, denominado: "Cidade Fantasma". Ele já está disponível para aquisição através da loja virtual da banda no Facebook e também nas principais lojas da Galeria do Rock de São Paulo.
 
Agradeço ao Danilo Gomes Santos, do estúdio Prismathias de São Paulo, por todo o suporte que nos prestou durante a gravação, mixagem e masterização do disco, além da sua amizade e entusiasmo para com o nosso trabalho. E também ao José Eduardo Rendeiro pela criação e lay-out final da capa, Lara Pap na ajuda de produção geral e o pessoal da Crossover Records.
 
Abaixo, segue na íntegra o texto do release oficial do disco: 
"Não tem sido fácil enfrentar a pandemia de 2020/2021. Ficamos todos perplexos, com medo, preocupados com o futuro e muito tristes pela perda de tantos entes queridos. Entretanto, é justamente sob situações limítrofes dessa monta que se extrai aquela força interior que nem sabemos que possuímos, verdadeiramente.
 
Pois foi dessa forma que Os Kurandeiros se imbuíram de uma carga de energia extra e entraram em estúdio para trabalhar com afinco na produção de um novo álbum, justamente para fazer valer a máxima de que o artista precisa olhar para frente, vislumbrar uma saída e dar alento ao povo.

“Cidade Fantasma” trata disso, ao nos fazer lembrar que foi e ainda tem sido difícil viver com a vida paralisada, a cidade vazia, a incerteza que paira no ar, mas que vai passar.
 
Musicalmente, são cinco canções vibrantes, dentro das tradições d’Os Kurandeiros ao tratar o Rock clássico sob diversas matizes. Nesses termos, contém até o flerte com o Jazz, a menção ao Country Rock e o Rock psicodélico sessentista, o Hard-Rock sob o viés setentista e o Blues Rock.
 
Nas letras, a mensagem é de esperança na força do trabalho (“Gasolina”), o bom humor para vencer a angústia que a quarentena exerceu sobre nós ("Cidade Fantasma”), a vontade de retomar a plenitude da vida (“Noite de Sábado”), um passeio psicodélico-surreal para homenagear um amigo nosso que partiu ("Viagem Muito Louca”, é dedicada ao cantor/compositor, Ciro Pessoa) e uma certeza: vamos superar a situação (“São Paulo/Vai Sobreviver”)!
A banda contou com a operação de áudio, mixagem e masterização de Danilo Gomes Santos, através do estúdio Prismathias de São Paulo, onde trabalhou de fevereiro a julho de 2021." Arte e lay-out de capa de autoria de José Eduardo Rendeiro.
 
Foto: Lara Pap. Prensagem: Crossover Records.
Lançamento oficial em outubro de 2021.
Produção geral: Danilo Gomes Santos e Os Kurandeiros
 
Os Kurandeiros:
Kim Kehl: guitarra, violão, voz e percussão
Carlinhos Machado: bateria, percussão e voz
Nelson Ferraresso: teclados
Phill Rendeiro: guitarra, violão e voz
Luiz Domingues: baixo e voz
 
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Disponível também nas lojas Baratos Afins e Aqualung da Galeria do Rock de São Paulo