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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Seriado de TV : Dr. Kildare - Por Luiz Domingues


Séries baseadas em dramas hospitalares são antigas na TV. Tal mote já foi bastante usado na últimas décadas, e claro que no imaginário popular mais atual, a lembrança recua até “Plantão Médico” (ER); Grey’s Anatomy; House; Scrubs, e outras contemporâneas, mas o fato é que tal abordagem é bem mais antiga na história da TV. Ao recuar na década de setenta, houve a série, “The Rookies”, e um pouco antes “Julia”, com personagens enfermeiras a protagonizar tais seriados. Entretanto, o recuo é ainda mais longínquo, para remeter ao início da década de sessenta, com dois mega sucessos que entraram para a história da TV : Dr Kildare e Ben Casey. No caso de Dr. Kildare, a origem do personagem era bem mais remota ainda, ao atingir os anos trinta. Tal personagem, um jovem médico residente de um hospital e que invariavelmente envolvia-se com o drama pessoal de cada paciente, ao apresentar-se como um verdadeiro anjo da guarda; e também como psicólogo; assistente social; guarda costas; conselheiro, e até fiador (pasmem !), nasceu enquanto personagem de novelas literárias. Fora criado portanto, por Max Brand, pseudônimo de Frederick Schiller Faust.
Frederick na verdade, mantinha diversos pseudônimos e foi, entre os anos dez, e os anos quarenta do século passado, quando morreu, um dos mais compulsivos escritores norteamericanos, por haver deixado um número absurdo de contos; novelas; historietas e congêneres literários, finalizados.
Ele escrevia sob vários estilos, mas predominava o gênero Western entre as suas criações. As suas novelas ambientadas no velho oeste norteamericano, fizeram sucesso como literatura popular, e alimentaram bastante as radionovelas; cinema, e posteriormente a TV.
Dr. Kildare, no entanto, fora uma pequena exceção em seu padrão, ao apresentar um personagem urbano, e solidário, portanto destoante de um mundo urbano permeado por gangsterismo; crime, e nas diversas mazelas exacerbadas pelo período de Pós-Depressão, de 1929. A primeira incursão do personagem, Dr. Kildare, fora dos livros, deu-se no cinema, em 1937.
Em “Internes Can’t Take Money”, o jovem médico envolve-se em um drama policial com clima “noir”, ao tratar da jovem viúva de um gangster, que por sua vez, está a ser chantageada pelos comparsas de seu falecido marido. A contar com atores de primeira linha do cinema trintista, como Lyonel Barrymore e Barbara Stanwick, o personagem do jovem médico ficou a cargo de Joel McCrea.
Sucesso na época, deu margem à MGM para que desse continuidade, e assim lançar mais nove filmes a explorar a personagem, porém, dali em diante com outro um outro ator a defender o galante médico, no caso, Lew Ayres, e Lyonel Barrymore, a interpretar o diretor do hospital. Nos anos 1950, a fama do personagem estava consolidada, e possibilitou a sua introdução ao mundo radiofônico, através das radionovelas. Contudo, com a TV a ganhar a cada dia mais espaço, no início dos anos sessenta, eis que chegou à tela pequena, para transformar-se em um tremendo sucesso.
A primeira temporada iniciou-se em 1961, com o então desconhecido ator, Richard Chamberlain, como o jovem Dr. Kildare.
Para interpretar o Dr. Gillespie, o seu mentor, e diretor do Hospital, assumiu o ator, Raymond Massey. Inicialmente, os produtores desejavam James Franciscus, ou William Shatner para interpretar o Dr Kildare, no entanto, ambos recusaram o papel. Shatner alegou que não queria ficar preso a uma personagem fixa de seriado, acostumado que estava a fazer apenas participações em diversas séries, desde o final dos anos cinquenta.
Mas curiosamente, cinco anos depois, ficaria não só preso como protagonista de uma série, como faria a sua fama indelével, ao interpretar o valente, Capitão Kirk, da nave espacial "Enterprise", em "Star Trek" (Jornada nas Estrelas). 

Nas quatro primeiras temporadas de Dr Kildare, o formato do seriado seguiu o padrão normal da época no tocante à metragem, e conclusão da narrativa em questão.
Nesse trecho de um episódio acima, Barbara Eden entra em cena, e justifica a sua futura fama, a mostrar como Jennie seria um Gênio...

Em cerca de cinquenta minutos, uma história completa desenvolvia-se mediante a observação de começo; meio & fim, a respeitar o padrão de um filme longa metragem.
Um dos mais sensacionais episódios, chamado : “Duet For One Hand”, deu-se pelo argumento, mas também pela oportunidade de colocar em cena, dois atores sensacionais do cinema das décadas de trinta e quarenta : Basil Rathbone e Raymond Massey.
Massey era componente do elenco fixo da série, e Rathbone, que foi um dos maiores, senão o maior intérprete do inspetor Sherlock Holmes na história do cinema, interpreta um pianista concertista, que enfrenta o Mal de Parkinson. São momentos ricos de interpretação entre os dois veteranos atores, fora a trilha sonora especial para a ocasião, com bastante Chopin no ar, para justificar o drama do pianista que vê as suas mãos preciosas a falhar pela ação da doença. Outro ator de quilate que participou, o britânico James Mason, estiloso como sempre, em sua interpretação garbosa.
Muitas figuras recorrentes nas séries de TV, marcaram participações especiais, como : Lesley Ann Warren; Lee Meriwether; Martin Balsam; James Earl Jones, Darren McGavin; Ricardo Montalban; Dean Stockwell; David Opatoshu; Barbara Eden; Robert Reed; Sal Mineo;Yvette Mimieux; Yvonne Craig; Cesar Romero; Jack Lord, Leslie Nielsen etc.


E figuras gigantes do cinema, como : Ralph Bellamy; Claude Rains; Lauren Bacall; Celest Holm; Charles Bronson; Fred Astaire, e Jack Nicholson.


Além do eterno capitão Kirk, Willian Shatner, que recusou ser o intérprete oficial do Dr.Kildare, mas aceitou ser ator convidado em um episódio.
Somente na quinta temporada, a derradeira, de 1964-1965, a produção quis estabelecer uma guinada na formatação, ao acreditar que a simples novidade da nova temporada ser exibida em cores, não bastaria para manter a audiência, que sofria um desgaste, não pelo cansaço em si sobre tal drama, mas pelo fato inconteste de que a concorrência estava muito forte nessa época.
E a mudança praticamente transformou a série em uma novela, pois as histórias passaram a apresentar continuidade, com o famoso gancho entre um episódio e outro etc. Entretanto, isso não impediu o cancelamento, e infelizmente, e assim, encerrou-se a saga do jovem médico, e de seu mentor experiente, na TV.
No Brasil, o sucesso que a série fez foi muito grande, também. Era exibida pela saudosa TV Excelsior, na década de sessenta, com uma grande reprise na TV Bandeirantes na década posterior, até sumir da grade da TV, nos anos vindouros.
Richard Chamberlain tornou-se um galã mundialmente famoso, mas não conseguiu construir uma carreira significativa no cinema por conta dessa fama, ao permanecer confinado ao mundo da TV, com participações em TV Movies, sendo estigmatizado posteriormente mesmo, como um ator de Mini Séries, pecha da qual culminou em livrar-se mais. 

Para seguir o padrão alto das produções norteamericanas, é claro que a trilha musical de Dr. Kildare, mostrou-se bem caprichada.
O tema de abertura, chamado “Three Stars Will Shine Tonight”, composto por Jerry Goldsmith (em parceria com Pete Rugalo e Hal Winn, ou seja, um grande compositor e maestro, a ostentar uma carreira brilhante, basta examinar o seu currículo), é bastante bonito.
Claro, ao aproveitar a fama da série à época, Richard Chamberlain foi incentivado a arriscar-se como cantor, e até gravou a versão do tema de abertura da série, sob um dos discos que lançou no mercado, mas que sinceramente, nada acrescentou musicalmente, tampouco à carreira dele, como ator.

Ainda no auge do sucesso televisivo do seriado, uma versão no formato das histórias em quadrinhos, chegou às bancas da América, ao angariar um patamar de sucesso moderado, pois o público infantojuvenil, fiel consumidor da HQ, não identificou-se inteiramente com a personagem, e o público feminino, principalmente, preferiu acompanhar na TV, para ver o galã Chamberlain, e não através der um desenho.
Em 1972, a MGM decidiu produzir um remake da série. Como sempre, algum produtor deve ter argumentado na reunião de pauta, que a história era boa; a personagem carismática, e que valia a pena trazê-la à tona novamente com roupagem "moderna", a usufruir da tecnologia mais avançada, blá blá blá... claro que não logrou êxito, como é quase uma praxe para um remake, mas essa gente parece não aprender com a constatação, enfim.


Mesmo a carregar um pouco no drama, Dr. Kildare marcou história na TV, e deixou saudade entre os seus fãs, ao abrir o caminho para outros seriados baseados no ambiente hospitalar, e que seguiriam a fórmula dos conflitos de bastidores a misturar-se aos problemas de saúde dos pacientes, e principalmente no embaralhamento de seus dramas pessoais, com o dos médicos e enfermeiros.
Que eu saiba, não saiu no Brasil um DVD Box Set oficial com as cinco temporadas completas. Tenho conhecimento sobre a existência de cópias incompletas, disponíveis em sites mantidos por colecionadores, apenas.
No cômputo geral, Dr Kildare foi uma boa série, a explorar os conflitos humanos diante da iminência da doença como pano de fundo, e assim explorar bem a ideia original das novelas escritas por Max Brandon (Frederick Schiller Faust), o criador da personagem.

sábado, 28 de setembro de 2013

Seriado de TV : Combat ! - Por Luiz Domingues

O ambiente proposto foi o conflito gerado pelo advento da  Segunda Guerra Mundial, com a chegada de milhares de soldados norteamericanos à costa da França, com o objetivo em unir-se às forças aliadas, no combate contra os nazistas e fascistas. O foco da história, dentro do segundo pelotão da Companhia King, liderado pelo tenente, Hanley (interpretado por Rick Janson), e a ter como segundo na hierarquia, o sargento, "Chip" Saunders (interpretado por Vic Morrow).

Essa foi saga do espetacular seriado norteamericano : "Combat !", exibido na TV da América, e ao redor do mundo, entre 1962 e 1967, com cinco temporadas vitoriosas. Concebido com um requinte técnico sem precedentes para o padrão da TV, naquela ocasião, tal produção usou e abusou de recursos de cinema, mediante a observação de enquadramentos espetaculares; efeitos especiais e muitos outros requintes.

Por exemplo, qual série de TV poder-se-ia dar ao luxo de contar com mais de dez episódios dirigidos por um diretor do calibre de um Robert Altman ? Outro trunfo, foi o figurino usado em cena pelo seu elenco. Os uniformes dos militares norteamericanos, e dos alemães, foram confeccionados sob uma rigorosa consultoria militar, para atingir um padrão de fidedignidade incrível.

Nesse aspecto, há até um relato curioso registrado da parte de um ator que participou de vários episódios, ao interpretar um oficial nazista. Pois, segundo o ator, Robert Winston Mercy, ao usar o uniforme alemão, e caminhar em meio a um grupo de pessoas de origem judaica, no set, ele chegou a causar furor, com alguns ali presentes a não perceber tratar-se de um ator, e assim a hostilizá-lo verbalmente. Outro aspecto importante, a qualidade do roteiro chamou muito a atenção da crítica e do público em geral. Em uma época onde o padrão de duração de um episódio oscilava entre cinquenta a cinquenta e dois minutos, cada um deles foi na verdade, um filme no padrão de uma média metragem e portanto, precisava de consistência em seu roteiro, para sustentar-se como uma história completa.
A quantidade de atores participantes, do elenco fixo e entre os convidados, todos tarimbados, presentes ao longo das cinco temporadas, impressiona. Eis abaixo uma pequena lista, não completa, mas sucinta para ilustrar o que afirmo :

Frank Gorshey (o vilão : "Charada" de "Batman" /1966); Robert Duvall ("The Godfather" e "Apokalypse Now", entre muitos outros); Sal Mineo ("Juventude Transviada"), Richard Basehart ("Irmãos Karamazov", "Viagem ao Fundo do Mar"); Telly Savallas ("Kojak"); Roddy MacDowell (o "Dr. Cornélius", de "O Planeta dos Macacos"); John Cassavettes ("O Bebê de Rosemary"; "Os Doze Condenados"); James Coburn ("Flint"); Charles Bronson ("Desejo de Matar"; "Era uma Vez no Oeste"); Lee Marvin ("The Wild One"; "O Homem que Matou o Facínora"); Leonard Nimoy (o "Sr. Spock" de "Star Trek" / "Jornada nas Estrelas"); James Whitmore (um dos mais solicitados atores da TV norteamericana, com dúzias de participações em diversas séries); Dennis Hopper ("Sem Destino"), Mickey Rooney (veterano ator dos anos trinta); Dean Stockwell (The Boy With Green Hair"; "Quantum Leap"); Elizabeth Montgomery ("Bewitched" / "A Feiticeira"), etc.

Outro ponto positivo, o produtor da série, Robert Pirosh, houvera escrito o roteiro de um filme super premiado e ambientado na II Guerra Mundial, chamado : "Battleground", daí a experiência pregressa adquirida para abordar tal tema.


Mais um requinte, a produção escolheu a dedo o elenco fixo, ao buscar atores que realmente obtiveram experiência militar, ao ter servido na vida real, na própria Segunda Guerra, para buscar trazer o máximo de realidade à interpretação de cada um. O tema musical de abertura era (é) espetacular. Uma marcha militar composta e arranjada pelo maestro, Leonard Rosenman (que criou muitas trilhas de cinema e TV, entra as quais, "Juventude Transviada"; "Vidas Amargas"; "O Senhor dos Anéis"). Empolgante, com o toque típico da caixa militar na percussão, e uma bela melodia para empolgar o ouvinte.

Sobre o roteiro, as histórias focavam nesse pequeno pelotão, em seu avançar pelo território francês, ao rumar em direção a Paris. Nesse ínterim, inúmeras situações a gerar conflitos aconteciam, a envolver muita dramaticidade. Por interagir com os civis, muitas vezes, situações extra-militares foram expostas de uma maneira muito interessante, para exibir-se as mazelas da guerra, e o estrago um conflito dessa natureza causa inevitavelmente na vida das pessoas comuns, ao desmantelar a sociedade civil.

De penúrias geradas pela escassez de recursos, ao prejuízo psicológico inerente; das revoltas e perdas, aos questionamentos ideológicos. E sobretudo pelo aniquilamento total dos sonhos das pessoas, em sua paz de espírito e capacidade para amar em meio a tanto ódio.

Lógico, os embates contra os inimigos nazistas, também deu margem à criação de muitos episódios interessantes, inclusive a investir em aspectos humanos, muito além do confronto militar entre inimigos, simplesmente.

Em termos de elenco fixo, um conflito velado, às vezes foi explorado de forma interessante, também. O fato de haver um abismo intelectual e social entre os personagens do tenente Hanley e o sargento Saunders, gerou certas tensões e reflexões a ser interpretada pelos telespectadores. Hanley era um oficial com pouca experiência militar prática, e por ser um civil recrutado para a guerra, e alçado à condição de oficial por suas qualificações universitárias e intelectuais avantajadas, causava uma certa revolta não confessa no sargento Saunders, muito mais experiente, militarmente a falar, mas em contraponto, por ser um homem simples do povo, sem muita educação.


Os demais membros do elenco fixo, foram : Pierre Jalbert (Soldado Paul Caje LeMay, um franco / americano, e escalado sempre para traduzir o idioma francês que falava bem, com os civis); Jake Kogan (soldado William G. Kirby); e Dick Peabody ("Little" John). Outros atores fizeram parte do elenco fixo, mas a atuar em menos temporadas em relação aos que citei acima, que participaram de todas.

Por ter todo esse esmero na produção, Combat extrapolou o padrão de orçamento da TV, para a época. Cada episódio, chegou a custar U$ 127,5 mil, ou seja, uma exorbitância para a realidade da época. Somente a quinta temporada foi filmada em cores, com o aumento do custo, para a faixa de U$ 183 mil, portanto, uma fortuna (todavia, que valeu cada centavo, acrescento).

No Brasil, a série foi exibida desde 1963, ao passar na extinta TV Excelsior, e também na TV Record. Reprises ocorreram nos anos setenta, mas depois disso, por muitos anos, a série não foi mais exibida, até obter uma nova chance, recentemente (2013), no canal a cabo, TCM, mas infelizmente tal emissora não exibiu as cinco temporadas na íntegra. O que passou, particularmente, eu gravei, mas fiquei assim, sem a coleção completa, ao menos nessa ocasião / oportunidade... 



O ator, Vic Morrow, teve uma carreira muito boa na TV e no cinema, após o sucesso de Combat !, mas infelizmente teve uma morte violenta, por um acidente de trabalho, em meio a uma filmagem. Ocorreu quando ele estava a filmar uma cena de um longa metragem (curiosamente, uma versão cinematográfica para o clássico da TV, "The Twilight Zone", sendo que ele participara como ator convidado em episódios dessa série, no início dos anos 1960). Lamentavelmente, ele foi decapitado pela hélice de um helicóptero, que fazia parte da cena. Isso ocorreu em julho de 1982.
                                      Jennifer Jason Leigh                           

Vic que foi pai das atrizes, Jennifer Jason Leigh e Carrie Morrow, trabalhou em dois filmes emblemáticos da década de cinquenta : "The Blackboard Jungle" e "King Creole" (o melhor filme de Elvis Presley, em minha opinião).

Já no caso de Rick Jason, ele foi um ator / cantor, que houvera atuado em espetáculos musicais, principalmente. Depois de Combat !, atuou como ator convidado em muitas séries nos anos setenta, mas saiu da TV, paulatinamente e assim voltou para a sua paixão inicial, os musicais de teatro. Em 2000, estava a enfrentar uma depressão, quando foi encontrado morto em sua residência.

Combat ! foi uma das mais espetaculares séries ambientadas em guerras, senão a melhor até hoje. Fez enorme sucesso no mundo inteiro, sendo uma das primeiras séries norteamericanas a ser exibidas praticamente no planeta inteiro, com exceção dos países dominados pelo regime comunista na ocasião, obviamente proibido pelos seus respectivos governos, antagônicos aos Estados Unidos e aliados do Ocidente.

Cada episódio tem o peso de uma pequena obra, tamanha a sua qualidade artística. De minha parte, claro que eu adoro a série, e sem dúvida que por conta da sua influência, impulsionou e muito o meu interesse pelos filmes de guerra, e pela história da Segunda Guerra Mundial, um conflito dramático e cheio de nuances, as mais diversas. Fica o convite para as produtoras nacionais lançar o Box-Set da série completa, e resgatar a dublagem brasileira, e com os devidos extras recheados, iguais à caixa norteamericana. *
*Como adendo que posto em outubro de 2017, anuncio com prazer que atualmente existe sim, no mercado brasileiro, o Box Set da série completa em DVD, com direito à dublagem em português, da época. Está disponível nas boas casas do ramo, tanto físicas, como nos seus respectivos departamentos de vendas virtuais.