Os Kurandeiros
19 de agosto de 2016
Sexta-Feira - 21:00 Horas
Feeling Music Bar
Rua Domingos de Morais, 1739
Vila Mariana
Próximo da Estação Vila Mariana do Metrô
São Paulo - SP
Ingresso : R$ 20,00
Atenção : Show Pocket dos Kurandeiros em noite compartilhada com muitas outras bandas, em clima de festival.
Os Kurandeiros :
Kim Kehl : Guitarra e Voz
Carlinhos Machado : Bateria e Voz
Luiz Domingues : Baixo
Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste meu primeiro Blog, reúno a minha produção geral e divulgo as minhas atividades musicais. Não escrevo apenas sobre música, é preciso salientar ao leitor, pois abordo diversos assuntos variados. Como músico, iniciei a minha carreira em 1976, e já toquei em diversas bandas. Atualmente, estou a trabalhar com Os Kurandeiros.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Os Kurandeiros - 19/8/2016 - Sexta / 21 H. - Feeling Music Bar - Vila Mariana - São Paulo /SP
Marcadores:
Carlinhos Machado,
Kim Kehl,
Luiz Domingues,
Os Kurandeiros,
Os Kurandeiros no Feeling Music Bar,
Rock Brasileiro,
Shows em São Paulo.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Livro: Mais Vazio que o Paraíso / Marcelino Rodriguez - Por Luiz Domingues
Conheci
o escritor, Marcelino Rodriguez, há alguns anos atrás, a caracterizar uma amizade virtual, não nos encontramos
para um café ainda, e tal fato é motivado pela vida corrida e a obviedade de
morarmos em cidades distantes entre si. Mas sem prejuízo algum para a amizade e
apoio mútuo que prestamos, visto que temos muitos interesses em comum, e um que
sobressai-se: a vontade de contribuir com a cultura, em um país onde tal
preocupação não passa pela mentalidade de suas autoridades.
Nesse
aspecto, Marcelino é um verdadeiro cruzado, a brandir a sua espada sem nenhuma
parcimônia em prol da causa e digo que admiro muito essa sua incansável luta contra
a ignorância que grassa, ao denunciar as mazelas da política cultural e
educacional do Brasil, historicamente relegada ao último plano, em uma situação
que é insustentável se levarmos em conta o óbvio ululante: um país que não
investe em educação e cultura, está condenado ao atraso.
Por dar murro
em ponta de faca, Marcelino dribla a falta de incentivo que todo escritor tem
neste país, onde a leitura não é prioridade, e lança um trabalho atrás do outro.
Sendo ainda novo, já tem uma bibliografia enorme, do porte de um veterano, a provar que criatividade não
lhe falta, e sobretudo, a coragem para empreender, também.
O seu
penúltimo lançamento (ele é tão rápido que já lançou mais um, “A Moça que Lia
Romances Água com Açúcar”), chegou às minhas mãos, pouco tempo atrás,
denominado: “Mais Vazio que o Paraíso”. E para constar, já está na segunda edição, a denotar sucesso de público. Trata-se de
uma coletânea de crônicas curtas e muito certeiras. Cronista de
mão cheia, observador arguto por natureza, ele aborda em tal obra, através das suas crônicas, inúmeros
aspectos da existência humana, com uma capacidade incrível para ser poético, até
quando aborda aspectos negativos das relações entre as pessoas.
A relação
homem/mulher muito o interessa, mas ele não fica apenas nesse tipo de abordagem,
ao tratar também das reminiscências, onde as impressões colhidas na sua infância
e adolescência, ganham contornos de uma sabedoria adquirida.
E tem um outro
lado na visão de Marcelino sobre o mundo, que é a do viés espiritual. Estudioso do assunto, Marcelino muitas vezes
escreve crônicas com tal teor, quando não lança gotas subliminares em crônicas
que supostamente não tratam desse aspecto.
No seu bojo,
“Mais Vazio que o Paraíso”, traz 53 crônicas inspiradas. Muitas delas
foram publicadas em meu Blog 2, visto ser Marcelino meu colunista convidado naquele Blog,
onde colabora sazonalmente com uma crônica sempre bem-vinda e certamente muito
esperada pelos seus leitores.
Deixo
abaixo, os respectivos Links das crônicas publicadas no meu Blog 2, e que
constam no livro “Mais Vazio que o Paraíso, como uma pequena amostra do que esse livro nos oferece :
“O Mundo
Precisa de Godard” :
“Alguma
Coisa Acontece em São Paulo” :
“A Primeira
Vez que vi um Cadáver”
“Almoço
Galego” :
“Lágrimas de
Março” :
“Aila”:
“O Barquinho
na Enseada de Botafogo”:
“O Perdedor
de Milagres”:
“Os Barcos”:
“A Dama de
Braga”:
“Lady Distraída”:
“A Canção de
Bob e Sara”:
“Sofie e
Cabala”:
“O Homem
Romântico”:
“Os
Negociantes”:
Para
conhecer as demais crônicas desse livro, deixo o convite para que sejam lidas
com a edição em mãos, pois vale muito a pena. Marcelino
Rodriguez é bastante ativo nas Redes Sociais da Internet, além de manter os seus Blogs pessoais.
Para
conhecer e adquirir um exemplar de “Mais Vazio que o Paraíso”, assim como
outras obras de sua vasta bibliografia, basta fazer contato direto com ele,
virtualmente.
Blog de
Marcelino Rodriguez :
Perfil de Marcelino Rodriguez no
Facebook :
E-Mail do Escritor :
sábado, 30 de julho de 2016
O Reveillon de 1976, foi com Rock na Rede Globo - Por Luiz Domingues
Após o sucesso do programa "Sábado Som", e mesmo
que fosse exibido através de uma emissora arredia para como Rock, normalmente, pela sua orientação
conservadora por natureza, a Rede Globo emitiu sinais que mesmo possivelmente a contragosto, não
podia ignorá-lo, mesmo por que, foi uma época na qual a MPB mais atuante, mostra-se quase
que orientada pela mesma matriz.
Não se pode deixar de mencionar que
desde que entrou no ar em agosto de 1973, a revista dominical denominada, “Fantástico”, mantinha como
quadros fixos (até pelos menos 1978), a exibição de clips produzidos
exclusivamente por/para ela própria, a criar o paradigma de veicular um artista internacional, geralmente a se tratar de promos ou trechos
de shows ao vivo, e no caso dos artistas nacionais, inúmeras bandas de Rock
brasileiras se valeram dessa abertura, tais como: O Terço, Mutantes, Made in Brazil,
Secos & Molhados, Casa das Máquinas, Raul Seixas, Erasmo Carlos etc.
Outro fator importante a ser destacado, muitas trilhas de seus
programas jornalísticos usavam trechos de obras oriundas de bandas de Rock, notadamente
artistas versados pela orientação dentro do Rock Progressivo, ou pelo viés do Jazz-Rock, uma
outra tendência inevitável para o início/meio da década de setenta.
Nesses termos, a emissora arquitetara em sigilo um
novo programa a ser lançado em 1977, mais ou menos nos moldes do "Sábado Som" de
1974, mas remodelado, e que viria a ser o "Rock Concert".
A base seria a mesma, ou seja, pautado pela exibição
de shows ou performances em estúdio de TV, de bandas internacionais em voga,
ao valer-se do acervo de programas norte-americanos e europeus, do tipo: “Don
Kirshner’s Rock Concert, Midnight Special, Beat Club, Sights & Sounds da BBC de Londres, Rockpalast,
Musicladen e ZDV da Alemanha, Ratatata da França, além do acervo das TV’s Granada da
Inglaterra e Rai, da Itália, sempre abertas e generosas ao Rock.
O diferencial em relação ao velho
"Sábado Som", seria uma locução em "off", a discorrer sobre os artistas enfocados, mas com
informações mais enxutas, ao contrário das intervenções mais robustas da parte
do crítico musical, Nelson Motta como um âncora tradicional, e nesse aspecto, seria uma pena não contar
com a sapiência de tal jornalista cultural, experiente e antenado.
Todavia, esta matéria não é para dissecar o
"Rock Concert" em si (falarei sobre isso em outra matéria, naturalmente), mas
para falar de seu “balão de ensaio”, que a Globo soltou de uma forma muito
inusitada.
Para quem vive os dias atuais e se
acostumou com os especiais de Reveillon que tal emissora coloca no ar,
recheados por artistas popularescos, é difícil crer que lá
no longínquo Reveillon de 1976, a anunciar a entrada de 1977, um especial de
Rock foi colocado no ar, para ilustrar tal celebração.
Chamado como: “Rock Concert”, a partir da
passagem do Natal de 1976, foi divulgado na grade da emissora como a atração a
ser exibida durante a noite de 31 de dezembro de 1976, com ênfase, eu diria, e claro
que os Rockers agitaram-se com tal perspectiva.
Nós, telespectadores comuns, não
sabíamos, mas foi um teste que a emissora estabeleceu, talvez por julgar ser um dia em
que as pessoas em geral estariam preocupadas com as suas comemorações familiares e
mediante a suposta pouca audiência gerada para essa noite, portanto, ao considerar ser uma oportunidade para testar o
novo produto que planejavam colocar na grade, algum tempo depois.
Estratégias de marketing à parte, para
nós, Rockers, não importavam os objetivos desses executivos da emissora, mas o
conteúdo que seria disponibilizado. E assim, com uma locução em off, bem
discreta e a fornecer apenas os dados generalizados de cada artista que ali foram exibidos, um
especial de uma hora de duração ocorreu na meia noite de 31 de dezembro de
1976, ao nos fornecer um Feliz Ano Novo com teor Rocker e foi memorável.
Foi na verdade algo inacreditável estar sintonizado
em uma emissora de TV nesse dia e nessa hora e constatar as performances de bandas
absolutamente incríveis e fora de qualquer esquadro popular que justificasse
tal exibição, no entanto, isso de fato aconteceu...
E assim, Johnny Winter desfilou o seu
Blues-Rock ensandecido, com a sua guitarra
infernal a mandar uma verdadeira rajada de riffs e solos com o devido sabor texano, pelo tubo das
pesadonas TV’s analógicas, mas sim, “em cores”, o grande valor agregado ao imaginário popular
pós-1972.
O Hard-Rock Pop e sensacional do "Bad Company", uma banda formada por ex-membros
de bandas importantes da cena britânica, e que era apadrinhada pelo Led Zeppelin
e empresariado pelo mesmo manager da banda de Page, Plant & Cia., Peter
Grant, também animou a festa do Reveillon Rocker de 1976 na Globo.
Absolutamente incrível a festa dos
italianos da Premiata Forneria Marconi, o popular “PFM” entre seus fãs (me incluo
nesse rol, grazie a Dio!), em uma rara exibição dessa grande banda de Rock
Progressivo da maravilhosa Itália, aqui no Brasil.
Para ir além, como imaginar assistir na TV, em uma
noite de Reveillon, uma performance do Gentle Giant, um dos nomes mais
sensacionais do Rock Progressivo britânico?
Banda marcada pelo trabalho hermético, difícil
até para fãs do próprio gênero progressivo, dada a sua técnica e o caráter
cerebral de sua obra e arranjos sofisticadíssimos, foi inacreditável vê-la ali
em uma data incomum dessas, a tocar peças como “In a Glass House”, com forte
tendência experimental, uma peça musical nada “Pop”, portanto.
Uma outra participação muito especial e rara na TV brasileira, foi a de Todd
Rundgren's Utopia, uma banda liderada pelo louquíssimo guitarrista, Todd
Rundgren, que não era muito conhecido dos Rockers brasileiros, a não ser pelo fato
desse guitarrista ter sido produtor de alguns álbuns do Grand Funk Railroad.
Além dessas cinco atrações, sensacionais
por si só, ainda houve um pouco de Soft-Rock, da parte de Cat Stevens, um
artista igualmente muito bom, e bastante querido pelos Rockers em geral, penso
assim, também.
Bem, como eu já disse, muitos anos depois
o Reveillon da Globo ficou no comando do comunicador popular, Faustão Silva, e já de uns anos para cá,
mesmo sem a presença de tal comunicador mais na apresentação, tem sido especiais recheados com artistas
popularescos de ocasião, destes descartáveis que os marketeiros inventam e jogam goela
abaixo do povo, o tempo todo.
Mas houve um Reveillon na Rede Globo,
em que o Rock de alto padrão foi a atração em seu momento de clímax, à meia
noite... e foi em 1976.
Assista acima um pouco da música complexa do Gentle Giant, um tipo de grupo inimaginável para ser exibido na grade das TV's abertas dos tempos em que vivemos e a nos provar que avançamos muito tecnologicamente, ao falar em relação aos anos setenta do século passado, mas no âmbito cultural propriamente dito, não temos a mesma equivalência.
Matéria publicada inicialmente no Blog Limonada Hippie em 2016
sábado, 23 de julho de 2016
O Semáforo é para todos, embora muitos não pensem assim... - Por Luiz Domingues
Há relatos de que as leis de trânsito remontam à
antiguidade.
No Império Romano, como seria por esperar-se para um povo
que tinha a sofisticação das leis, foram criadas regras de trânsito para a
circulação urbana e também nos mais de 350 mil Km’s de estradas que os romanos criaram em
seus domínios. Há registros sobre reclamações sobre o caos nas ruas de
Atenas e Esparta, também, a denotar que os gregos igualmente sofriam com a
questão da ordenação do trânsito.
E assim tal ordenação pôs-se a evoluir, ao passar pela Idade
Média e o conceito europeu dos burgos, cercados por muros fortificados e espaço
exíguo para a circulação de carroças e cavaleiros montados etc. O primeiro registro da existência de um sinal a usar
cores para ordenar a parada de uma fila para a passagem de outra em vias cruzadas,
veio em 1836, em Londres, quando as autoridades locais criaram a figura de um
agente público a caminhar na frente dos veículos, e assim sinalizar com uma bandeira vermelha,
a passagem de um comboio, no afã de evitar atropelamentos de pedestres ou
o choque com veículos vindos de outros cruzamentos.
Ainda em Londres, no ano de 1868, o conceito evoluiu para
um sinal fixo, com duas hastes de controle manual, movimentadas por um
policial, a conter as luzes verde e vermelha. Nessa época, o verde queria dizer
“cuidado”, e o vermelho, já foi uma ordem para parar. Tais luzes foram
iluminadas através do sistema a gás. Mas foi nos Estados Unidos, no ano de 1920, na cidade de
Detroit / Michigan, curiosamente a cidade que sedimentou-se como o berço da
indústria automobilística norte-americana, que o semáforo como o conhecemos, nasceu
de fato.
Sofisticado por ser elétrico, trouxe a simbologia das
três cores como nos habituamos desde então, a acrescentar o sinal de coloração
amarela, este sim para designar o “cuidado” (que também interpretamos como
“atenção”), e o verde a passar a significar o sinal livre para passar.
No Brasil, os primeiros semáforos elétricos de três cores foram instalados nas cidades de São Paulo e logo a seguir no Rio de Janeiro, (ambos por volta de 1930). O primeiro código de trânsito brasileiro foi promulgado em 1941, e o segundo, em 1966. A versão em vigor, é a terceira, de 1997.
No Brasil, os primeiros semáforos elétricos de três cores foram instalados nas cidades de São Paulo e logo a seguir no Rio de Janeiro, (ambos por volta de 1930). O primeiro código de trânsito brasileiro foi promulgado em 1941, e o segundo, em 1966. A versão em vigor, é a terceira, de 1997.
Para feito de não confundir pessoas acometidas pelo daltonismo, estabeleceu-se
que a ordem seja sempre o do sinal vermelho na parte mais alta; amarelo no meio,
e a luz verde na parte inferior.
Tudo muito simples, uma criança de dois anos de idade
decora facilmente tais regras. Parece ser muito óbvio que cada cidadão, ao estar
na condução de um veículo ou não, saiba muito bem que ao deparar-se com o sinal
vermelho, deve parar totalmente, para que pedestres possam atravessar a via e
outros veículos vindos da via que faz cruzamento, possam passar, também.
Básico do básico do básico, óbvio ululante, chega a ser
infantil ter que repetir algo tão evidente, não acha? Para reforçar o que digo, veja o que diz exatamente o
capítulo que trata de tal regulamentação sobre a obediência aos sinais, no
Código de Trânsito Brasileiro, em seu capítulo IV / artigo 70 :
Parágrafo único. Nos locais em que houver sinalização semafórica de controle de passagem será dada preferência aos pedestres que não tenham concluído a travessia, mesmo em caso de mudança do semáforo liberando a passagem dos veículos.
No valor atual, de 2016, a multa por ultrapassar o sinal vermelho, é de R$ 191,54 e sete pontos anexados ao prontuário do condutor. Claro, tudo pode agravar-se se houver um atropelamento ou colisão com outro veículo, ou dano ao patrimônio público. Então, diante de uma regra tão fácil para ser entendida e que regula a segurança de todos, qual o motivo para que tantas pessoas a burlem, diuturnamente.
Pressa (é o que os motoboys geralmente alegam, “pilhados” pelas firmas que os empregam e cobram agilidade)? "Não é comigo... essa é a alegação de muitos “bicicleteiros”(chamo-os assim de forma pejorativa e proposital pois respeito o ciclista consciente e separo o joio do trigo, portanto). Mesmo caso dos Skatistas e patinadores, que supõe conforme a sua vã filosofia, que o semáforo não lhes diz respeito, e que se danem os pedestres. Por quê não param?
Vejo, de forma assustadora o crescimento de atropelamentos pelas vias públicas das cidades, e não necessariamente apenas em megalópoles como a que eu hábito, caso de São Paulo. A pressa desenfreada de todos em torno de alcançar objetivos baseados no desespero para se ganhar dinheiro pode ser uma boa desculpa respaldada pela sociologia. Ganha amparo em outros estudos como a antropologia; psicologia, causas culturais; paradigmas; sistema de crenças etc.
No entanto, eu também considero que existam outras explicações para tal fenômeno de desobediência em massa, e as suas razões, não são nada nobres. A arrogância de qualquer cidadão, em pensar que não deve esperar para os demais passarem, parece uma marca registrada em comum na maioria dos casos de tais infratores. Some-se a isso uma dose de prepotência, arvorada na maldita mania de se achar “especial”, diferente da patuleia que obedece como carneirinho, ou seja pode ser um outro fator.
No fundo, a raiz dos males que afligem-nos no trânsito é a mesma que nos atormenta em todos os setores da sociedade neste país : a famigerada “malandragem” do brasileiro. Se todos são “espertos” e querem burlar o semáforo, diga-me caro leitor, como podemos atravessar uma rua sem o medo de sermos mortos?
Pessoas do meu círculo familiar e de amizades, falam-me que eu sou muito “certinho” e que para viver sob os parâmetros que considero corretos, o melhor seria mudar-me para a Suíça. Pois muito bem, é uma boa solução e assim, não preocupar-me mais com essa questão tão típicas do “terceiro mundo”, todavia, não é legítimo projetar um Brasil que extirpe as suas mazelas e alcance uma padrão de cidadania exemplar? E tal predisposição começa com atos simples, como por exemplo, respeitar um sinal de trânsito...
Matéria publicada inicialmente no Blog Planet Polêmica, em 2016.
Assinar:
Postagens (Atom)




























